
Realizadora e videógrafa nipo-brasileira residente em Braga (Portugal), Inara Chayamiti conta histórias de não-ficção há quase 20 anos. Domina as distintas etapas das produções audiovisuais técnica e criativamente, atuando como realizadora, produtora, argumentista, diretora de fotografia, editora e produtora de impacto.
Criou documentários, webséries, branded content, institucionais, videorreportagens e vídeos de campanha para empresas e organizações como: Greenpeace, Google, Folha de S. Paulo, Marie Claire, Laudes Foundation, Avaaz, GOL e Riot Games (duas temporadas de Legends Rising, com equipes internacionais nos Estados Unidos, Chile, França e UK).
Os seus trabalhos independentes percorreram diversos festivais. Entre eles, estão a longa-metragem Onde as Ondas Quebram (2024, Logan Nonfiction Program, Expo Osaka e festivais), a curta Raam (2020, Prêmio SHIFT Film Festival), a curta Yzalú - Rap, Feminismo e Negritude (2018, Prêmio CineB Solar e festivais como In-Edit, Curta Kinoforum, MIMO) e a série Volta na Quadra (2015, Prêmio NETLABTV).
Como videojornalista, trabalhou na TV Folha, da Folha de S. Paulo, e em revistas e websites das editoras Globo e Abril. Licenciou-se em Jornalismo pela Universidade Estadual de Londrina (Brasil), estudou documentário no UnionDocs (EUA) e é mestranda em Audiovisual na UMinho (Portugal).


Onde as Ondas Quebram
ondeasondasquebram.com
Como na arte japonesa de reparar cerâmicas com ouro, a documentarista Inara Chayamiti busca sua identidade fragmentada colando peças da história de sua família, marcada por duas diásporas entre lados opostos do mundo: Brasil e Japão.
• O filme passou por 24 cidades de 5 países, em 28 eventos e 6 festivais, sendo debatido por 31 convidados de diversas áreas do conhecimento.
• Festivais (2024-2025): DisOrient (EUA), Festival Guarnicê (Brasil), Santos Film Fest (Brasil), Festival Internacional Goitacá (Brasil), Toronto Japanese Film Festival (Canadá), Encontros da Imagem (Portugal)
• Expo Osaka, Pavilhão do Brasil (Japão, 2025)
• Cine-debates (2023-2025, Brasil, Portugal, Japão e Canadá) em museus, espaços culturais, acadêmicos e comunitários, como: Museu da Imigração do Estado de São Paulo, Museu da Emigração de Kobe, Batalha Centro de Cinema, universidades de Coimbra e de São Paulo, Japanese Canadian Cultural Centre, entre outros
• Avaliação de impacto apresentada na American Evaluation Association's Annual Conference (2023, EUA) e no congresso do MigraMediaActs da Universidade do Minho (2025, Portugal)
• Apresentação do filme na 64ª Convenção dos Nikkeis e Japoneses no Exterior (Japão, 2024)
• Fellowship Logan Nonfiction Program (2021, EUA)
• Finalista no Sundance Documentary Fund (2021, EUA) e no Berlinale Talents (2022, Alemanha)
Yzalú - Rap, Feminismo e Negritude
O curta mostra a jornada de Yzalú enquanto rapper, mulher, negra cafuza, com limitação física e oriunda da periferia de São Paulo, na descoberta do feminismo e na luta contra o racismo por meio de sua música -- com destaque para a canção “Mulheres Negras”, um hino e um grito para muitas.
• Selecionado por 8 festivais, entre eles: in-Edit Brasil, Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo (Curta Kinoforum), Festival MIMO de Cinema e Festival International Du Film Sur Le Handicap (2018-2019, Brasil e França)
• Prêmio CineB Solar (2019, Brasil)
• Uma das melhores produções realizadas entre 2017 e 2018 selecionadas pelo concurso da Prefeitura de São Paulo: Semana Paulistana do Curta-Metragem (2018, Brasil)
• Exibições comunitárias para cerca de 900 pessoas e debates com a protagonista (2019, Brasil)
• Mostra Decolonizing Realities, do YOUth ACT no Cinetol, em Amsterdã (2021, Países Baixos)
• Exibição no Cineclube de Braga (2024, Portugal)
• Cine-debates em 5 escolas secundárias com cerca de 400 alunos pelo Cineclube de Braga (2024, Portugal)

